sábado, 4 de março de 2017

É FlaxFlu! E aqui é FluPress com Lennon Pereira e você!





Bom dia! Boa tarde! Boa noite! É véspera de FlaxFlu, pessoal. 

A arquibancada cativa recebe para um bate-papo sobre as expectativas da peleja, um dos mais importantes cronistas da torcida do Fluminense, o Lennon Pereira, do respeitadíssimo OTricolor.com. 

Puxe uma cadeira e junte-se a nós!



Lennon:  - Numa véspera do mais charmoso clássico do universo, numa despretensiosa caminhada cibernética matinal, eis que tenho o prazer de cruzar o caminho da titular da Arquibancada Cativa, uma das maiores tricolores do mundo real e virtual. Bom dia, nobre escritora. Depois de toda celeuma jurídica, como está seu espírito para o Domingo?

Crys: - Bom dia, Lennon. Há muito que a Arquibancada Cativa não recebia visita tão grandiosa. Uma honra recebê-lo. Bem, o espírito para um FlaxFlu é único, singular. Ainda mais quando trata-se de uma final, mesmo essa sendo uma final que não garante a final do Campeonato. Piada de mal gosto da FFERJ. Aliás, nunca vi um Carioca mais mal feito. Não importa: é FlaxFlu, há um frisson , uma explosão de expectativa completamente singular porque mítico. E sobre o jogo, como está sentindo o time? Gostou da decisão de ambas as torcidas irem? 

Lennon:  - O regulamento do campeonato é igual manual de instrução de produto Chinês, a gente não entende nada e não tem nenhum sentido. Sobre a decisão, tenho duas visões, primeiro eu acho que foi o melhor para o futebol e para o espetáculo. Coisa que só mesmo o Fluminense é capaz de fazer. Porém, eu duvido muito que nosso tradicional adversário de hoje tivesse a mesma atitude. É sabido por todos o espirito "Dick Vigarista" da dissidência (risos), vide o "roubado é mais gostoso", o episódio de 1981, as papeletas amarelas e as recentes postagens de diretores nas redes sociais. 

Mas, pouco importa, o Fluminense nasceu para a eternidade, e é uma instituição imprescindível para a sociedade. Espero uma vitória e é sempre melhor com torcida do outro lado. Vamos ver como entrará para história esse jogo.

O Fla x Flu existe para fazer história e bagunçar as regras mesmo. Como disse uma amiga querida, "Bobo não come Lobo" ou "O Lobo comeu o Bobo" ou algo do tipo... Como foi mesmo que disse?(risos).


Crys:  - Rá, em verdade vos digo com áurea bíblica porque é sagrado: ao contrário da antiga chamada da Rádio Globo (ainda existe?) que dizia: "Lobo não come lobo; o FlaxFlu é na Globo", de fato a questão é que lobo come bobo porque ganhar FlaxFlu é normal, ainda mais em final!

Mas confesso que estou preocupada com que "roupa" vamos porque sem Orejuela e Scarpa, corremos o risco do lobo virar cordeiro. 

Sobre o "Dick Vigarista", ops, digo, o Flamengo, por sua história das últimas "milésimas décadas", para ser gentil, com certeza o clube não iria mover uma palha para nos dar o direito de assistir o jogo, caso eles pudessem jogar a final só com sua torcida. 

E o pior: também a justiça não acolheria se o pedido favorecesse a torcida do Fluminense, dando o direito dela poder assistir seu time numa final. E a imprensa então? Ficaria quietinha e concordaria com a decisão judicial, sem fazer esse escarcéu. Mas, como muito bem você falou; ao menos serviu para darmos uma pernada de anão em todos, agindo com a essência fidalga e desportiva que sempre tivemos e fazendo jus à nossa tradição de duas torcidas num clássico.


Lennon:  - Pois é, é o velho dito: "Faço o que eu digo, mesmo que você diga e não faça, prometa e não cumpra. Mas, meus atos independem do seu, dependem da minha natureza."

Nossa, ficou bonito, acho que vou patentear!! (he,he,he,he).

Crys: - Nelson Rodrigues acaba de ergue- se em palmas e Arthur da Tavola sussurrou: "É o ser Fluminense " (risos).

Lennon:  - Pronto, o FlaxFlu acaba de produzir mais uma pérola, "he,he"! Eu sabia que esse encontro seria um barato!"

Lennon  - Bem, sobre os desfalques, isso sempre me preocupa, mas o Fla x Flu é useiro e vezeiro em criar heróis e bandidos. Quem sabe alguém do banco não entra e se consagra? Lembra do Richarlysson ano passado. Mas me diga, você vai ao Engenhão? 

Eu já estou com tudo planejado, será uma tarde especial. Vou de trem até la, bem cedo, aproveito para visitar tinha Terezinha, que sempre foi vizinha da extinta RFFSA. Aproveito para um almoço light, afinal dona Terezinha é especialista em Mocotó. Para acompanhar, tomaremos umas "Stelas", porque ninguém é de ferro. Lá pelas 15h, vamos eu e os primos, numa displicente caminhada até o palco do Clássico.

O restante do enredo fica a cargo dos deuses, ou de nossos guerreiros, que espero estarem iluminados e abençoados.


Crys:   - Adoro mocotó! É uma das minhas "refeições dietéticas" preferidas, aliás! Não a saboreio deve ter mais ou menos o tempo da batalha de Waterloo. Acaba de me deixar com água na boca, rá. 

Bem, eu irei também porque fui devidamente convocada (leia-se mandada), arrastada pelo meus sobrinhos, Isabella e Bruno. O que, de verdade, adoro ser (risos).

Sobre os mocinhos ou bandidos, temos dois aspectos: o primeiro é certo: do outro lado não há mocinhos. O problema é o outro aspecto: do nosso lado poderá haver "bandidos", risos. 

O pior: com Pierre e Marquinho no meio-campo e Richarlison jogando na ponta, sendo "marcado" pelo Henrique Dourado, aumentam as chances das nossas cartas virem quase sem trunfos e um naipe de potenciais "bandidos"!

Sobre a ida ao Engenhão, eu ainda não sei meu itinerário. As crianças vão me dizendo!!! Espero que ao menos Scarpa jogue... Vai dar uma diferença danada. O resto é como você falou e o Fla x Flu confirma: não, não é somente o clássico mais charmoso; é o clássico mais importante e histórico do futebol brasileiro e o clássico preferido dos deuses, pois não à toa, começou há 40 minutos antes do nada.

Lennon: - Então vou aqui fazer minha previsão: Orejuela joga, Scarpa não. Dependeremos muito da inspiração de Sornoza, da vontade e força do Richarlison, dos laterais, e da ausência do Sobrenatural de Almeida. Gravatinha já me confessou essa noite, em sonho, que o "Sr. Almeida" está em outra galáxia, algo que aumenta exponencialmente minhas esperanças!!!

Tia Terezinha terá prazer em convidá-la para sua especial iguaria, quem sabe na final você possa nos honrar com a presença física, levando os sobrinhos?! Será enorme prazer e poderemos produzir mais algumas pérolas, afinal, dizem que a cerveja inspira, e muito!!!

Crys: - Será sensacional! Nos encontraremos, então. Independente de abusar da gentileza e talento culinário tia Terezinha, e dos meus chefes (sobrinhos) não deixarem, rá. Mas ao menos no Estádio, ainda mais agora que soube que "as Stelas" fazem você ir às estrelas e saber notícias galácticas. Então, que nenhuma lei da gravidade atraia o Sobrenatural de Almeida porque sabemos que o "urubu" tem pacto com o "coisa ruim" (risos) e saiamos do Engenhao felizes. Para encerrar por hoje, os palpites. Arrisca?

Lennon: - Foi um enorme prazer encontrá-la e bater esse agradável papo sobre nossa paixão em comum. Espero que possa ser tão divertido também para aqueles que nos derem a honra da presença no Arquibancada Cativa e no Otricolor.com. Tem coisas que só o Fluminense é capaz de nos proporcionar.

Para Domingo, tenho sim um palpite, 2 x 1 para nós, apertado, emocionante e sofrido como de costume.

Devo a cerveja, agradeço pelo papo e convido para repetirmos, em breve, em edição extraordinária ou não... risos

Meus votos de boa sorte domingo e que o passeio com os sobrinhos entre para a feliz história da família tricolor e que seja acima de tudo um Fla x Flu de paz.  Saudações Tricolores!

Crys:  - Querido Lennon, você é um camisa 10 clássico! Não tenho palavras para agradecer todo o apoio e generosidade , que estendo a todos de O Tricolor, especialmente Marcelo Savioli, que há tempos atrás já havia me recebido no saudoso Flu&Etc.

Ser parte dessa torcida do Fluminense é uma das mais bonitas bênçãos que a vida me proporciona diariamente e pessoas como você, são provas contundentes e diárias dessa dádiva. 

Sobre o jogo, também convidamos todos aqueles que puxaram a cadeira e acompanharam a gente aqui e no OTricolor para também nos encontrarmos no Engenhão e, quem sabe, ganhar uma Stela com mocotó também! Há, há! Convite feito para nos vermos todos, com paz e harmonia, amor e vigor. 

Meu palpite também seria 2x1. Farei o seguinte: 2x1 mesmo sem Orejuela, mas com Scarpa. 3x1 se eles dois jogarem. Mas se os dois desfalcarem... 1x1 com vitória nos pênaltis. Cerquei. Vale?

Lennon: - Vale Cercado, só não vale invertido (risos). O Prazer foi todo meu em tabelar com essa craque das palavras e das letras. Os papos de Arquibancada do Twiter produziram esse inestimável encontro. Fico grato e envaidecido. 

@@@

Então, pessoal, refaço o convite para nos cumprimentarmos amanhã, no Engenhão, mesmo sem Stela e mocotó, afinal, poupemos tia Terezinha. O que não pouparemos será a "mulambada", é ou não é?! Para cima deles, Fluzão!!!!

Abraços,
fraternalmente,
Crys Bruno.





terça-feira, 24 de janeiro de 2017

PRÉ-JOGO: palinha da estreia do Fluzão em 2017 (Em áudio e texto)







Oi pessoal.


Com toda boa expectativa voltada para a estreia dos equatorianos, especialmente, o meia atacante e bom de bola Sornoza, o Fluminense estreia oficialmente nesse ano ainda em fase de desmonte e sem o quarteto ofensivo que tanto boto fé, já que Scarpa e Richarlison estão servindo à CBF.


Seus substitutos, Marcos Jr e Henrique Dourado , não encaixam como eles encaixariam com Sornoza e Welington e temo até que os atrapalhem. 


O primeiro por faltar fundamentos técnicos para o espaço que jogará em campo. O segundo? Pelo mesmo motivo.


Falta à Marcos Jr, tanto o drible quanto o passe correto para triangulações, fundamentais para atuar naquela posição. Vai na correria, em beijar escudo, jogar para a galera. 

Henrique Dourado é outro. 

Bem, vale lembrar que pessoalmente não gosto de centroavantes fixos, postes, "o pinheiro", como os portugueses chamam. Reclamava já do Fred, imagine do Dourado.


Abel gosta. Para ele, esse faz a parede para quem vem de trás. Mas para isso o 9 tem que ter domínio de bola e jogo de corpo para proteger a pelota, segurar na frente. 

Dourado não é tão ruim quanto aquele jogador de 2016, mas está longe de ser jogador para vestir a 9 do Fluminense. Fred tem técnica e categoria. Henrique, não.

Acredito que de repente ele consegue voltar para Portugal. A janela fecha dia 31. Por que não? 


Richarlison é o meu camisa 9 para esse ano. Qualquer um vê qualidade técnica nele. As atuações ruins ano passado foram mais afobação e pressão para estourar do que problema de relação pé  e bola.


Além disso ele é o centroavante que gosto, que cai pelos lados, levando a marcação. Já o imagino fazendo isso para as chegadas de Scarpa, Sornoza e Welington. Quarteto leve, técnico e rápido. 


Não veremos esse time hoje. Mas será uma partida que nos mostrará quatro coisas importantes:


- Como Abel está desenhando o time em campo.



- Como Cavalieri está.
- Se Léo melhorou na marcação.
- E, claro, os equatorianos. Sucesso e alegrias desejamos para Orejuela e Sornoza e para toda uma torcida que está sem ver o seu Fluminense há uns 3 anos, me atrevo a dizer.





Renasça, fênix da pátria verde,branco e grená! Preciso de você em meus dias de volta.


Vamos, Vamos, Vamos, Tricolor!


Fraternalmente, 

Crys Bruno.




terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Levando fé na molecada!

Numa só escalação o time encaixa nos posicionamentos táticos mais usados, inclusive no que Abel usará.


Oi, pessoal.

Se você chegou aqui, possivelmente estava comigo lá no Panorama Tricolor, onde falava sobre minhas primeiras impressões da nova diretoria, como também do porque estou confiante no time que se desenha.

Sem nenhuma pretensão de trazer um estudo profundo, até pelo tempo escasso, só me animei porque adoro estudar e falar do time que joga, do futebol em si. Por pouca informação e nenhuma vivência dos bastidores, evito as certezas e fico com as dúvidas naturais quanto aos gestores e a política do clube.

Infelizmente, o que mais acontece nos clubes de futebol são negociatas e acertos por fora. Não  é diferente no Fluminense e só temos que pressionar na esperança que se sintam inibidos e que coíba o máximo para que nossa instituição não pague um preço tão alto.

Até lá, creio que deveria haver a união de todos os torcedores do país para as mudanças na lei para que dirigentes sejam penalmente responsabilizados e não só, institucionalmente. Eles vivem numa espécie de foro privilegiado, onde dormem "tranquilos" sob o sono dos desmandos e da impunidade.

Vamos ao jogo! Ao observar as gravuras acima, você verá que escalei Henrique Dourado no time que deverá ser o escalado por Abel para a partida contra o Criciúma, já que Richarlison está na Seleção Sub-20. Nos outros exemplos, é do garoto a titularidade com à benção de João de Deus.


Você também reparará que só escalei o goleiro na mesma gravura. Queimarei minha língua rindo à toa se Cavalieri conseguir ser um goleiro ágil e agressivo ao invés de pesado e lento. O tempo e o biotipo jogam contra ele. E por anos com Ricardo Pinto e Fernando Henrique, duas tragédias no gol, a posição me é traumatizante. Cava não seria mais meu titular.


Então deixemos de papo e vamos para os "conformes":

Finalmente, o Fluminense vira a página da Era Unimed, muitos craques, muita confusão, um time sem cara tática que dependia de uma lance individual porque lhe faltava coletivo.

E quando falta o coletivo, porque não há arrumação com encaixe de característica entre os jogadores, os mais talentosos sofrem para fluir seu jogo e o rendimento de todos caem.

Por isso, mesmo com os medalhões da Unimed, o Fluminense teve temporadas horrorosas, livrando-se de rebaixamentos graças aos garotos, por ironia ou não do destino, como em 2006, 2008, 2009 e 2013 (lembrem que o gol que nos salvou foi de Samuel em vitória sobre o Bahia).

Milhões de reais passaram pelo clube e, realmente, por 15 anos, confesso que cobro mais títulos, especialmente, em estaduais. Só que pela primeira vez em muito tempo, vejo o Fluminense montar um time com a cara do Fluminense.

Não me refiro ao Fluminense da Unimed, do "oba-oba", me refiro a essência da história do Fluminense que sempre montou times com jovens, enquanto os rivais cariocas montavam, segundo a imprensa, seleções! Resultado? O "timinho" se destacava, dava trabalho e por muitas vezes era quem triunfava.

Ponto para o presidente Abad. Trouxe dois profissionais boleiros e identificados com essa nossa história, Alexandre Torres e Abel. A promoção do Marcelo Teixeira e a nomeação de Fernando Veiga vejo com desconfiança natural já que o primeiro é chefe desse scout desastroso da gestão Peter e o outro é parte do grupo que errou junto com o ex-presidente.

Deles, eu vou esperar bom senso e inteligência: do primeiro para diminuir substancialmente os erros cometidos e que ele conhece, viu, testemunhou e fez; e do novo vice-presidente de futebol para que evite tanto a insegurança quanto o que ela acarreta que é se proteger na arrogância. Se não tiver convicção, ótimo. Bom sinal. Isso o fará analisar mais as variáveis e outras ideias, para então escolher, aí sim com convicção, a melhor dela.


Esse equilíbrio de perfis tem tudo para fazer do Abad um presidente muito mais competente que seu antecessor, embora isso não exija tanto. Vamos ao campo: ao contrário do que foi noticiado, o Fluminense deu uma sorte em ter dois segundo-volantes para a "volança".

O fato de termos ou um Edson ou um Pierre tranca muito a  fluência de jogo, porque os meias de hoje em dia também não têm a bola longa, são carregadores da pelota, cabendo aos volantes serem "volantes modernos", tipo como eram Gérson, Clodoaldo, Falcão, Sócrates, Silas, Delei, sabe? Bem "modernos"...

Na variação do Chelsea, 1 lateral vira o 3º zagueiro.
Sem a bola, o lateral e o volante voltam à primeira linha que é de 5 como os italianos usam.
Ou fazendo duas linhas de 4 como usa o Atlético de Madrid.






Orejuela e Douglas nem em sonho são assim, mas se compararmos a dupla de volantes do ano passado e a dos outros times brasileiros, têm tudo para ser a razão que dará mais dinâmica ao time porque eles dois têm tanto a pegada quanto a qualidade de passe. Graças a isso, as variações táticas serão possíveis porque é ali na meiuca que ocorre tanto a construção quanto a recomposição do time e, para isso, o meio não pode ter Pierre, Cícero e Edson...

Com Pierre e Cícero, além dos problemas reumáticos, você não tinha um cabeça-de-área com esses dois recursos ao mesmo tempo. Lembrem-se também que Orejuela e Douglas são jogadores com 22, 23 anos, cheios de gás e sonhos.

Na criação, armação e ataque, a mudança é igualmente substancial: Sornoza é um dos melhores jogadores da América do Sul. Completa e preenche o vazio que distanciava nossos melhores jogadores, Scarpa e Welington, e ainda chega com mais qualidade e decisão na área, algo que não tivemos nem teremos nunca de Marcos JR, Osvaldo, Danilinho, Dudu, Felipe Amorim...

Para melhorar, como a dupla de volantes sabe marcar e passar, o trio de meias receberá essa bola redonda, o que é determinante para que prendamos a bola na frente, pensando mais a criação, e também para a defesa, que respira quando seu time mantém a posse de bola na frente.

A recomposição para o 4-4-2 se encaixa.
O Fluminense que se desenha me lembra muito a maior essência histórica do Fluminense. E estou confiante e com boa esperança que essa garotada, será a mais nova versão dos "Timinhos", que ninguem dava nada mas se destacava e papava títulos.

Isso pode até não ocorrer  porque vários fatores contribuem a favor ou contra, mas que sei que esse Fluminense, com essa molecada, representará o retorno do nosso Fluminense em campo, após longo 2016 tirado de nós, vai. E Abel sabe disso. E eu também.

Vamos, Vamos, Vamos, Tricolor!

::Toques rápidos::

- HENRIQUE DOURADO:

HD pode ajudar por ser mais experiente que o afobado e pressionado Richarlison. É como pensa Abel que prefere centroavantes cascudos. Mas Henrique Dourado é tão tecnicamente atrapalhado, briga tanto com a bola, é tão rejeitado pelo torcedor que dificilmente se manterá titular nas competições mais importantes como Brasileiro, Copa do Brasil, Sul-Americana, isso se completar 3 jogos seguidos. Então, não me preocupo com ele.


- DARIO CONCA NO MAL:

Se eu contrataria Conca lesionado e acima do peso para atuar somente a partir de maio? Claro! Mesmo ele parado, movimentaria as crianças, os jovens. O futebol é feito de sonho, do imaginário, do ídolo também.
Mas se eu tivesse que escolher só um a trazer: ou Conca com 34 anos ou Sornoza com 22 anos e destaque da Libertadores? Sem pestanejar traria o Sornoza.


- A VENDA DE GUSTAVO SCARPA:

Eu acho às vezes que nos tratam como retardados só porque somos torcedores. Então nós não sabemos que a realidade é essa: Scarpa, Neymar, Ganso, Kaká, Ronaldinho Gaúcho e 99% dos jogadores brasileiros vivem e trabalham por um objetivo, fazer seu pé de meia; e um sonho: jogar na Europa. Abrem mão do sonho quando há quantias espantosas de mercados como o árabe ou chinês.

Do outro lado,  os clubes que mal têm dinheiro para formá-los, sendo devedores dos agentes, precisam de receitas para conseguir pagar as contas. A realidade dos nossos clubes é altamente precária e sei disso e sei que venderemos o Scarpa, desejo a ele toda felicidade do mundo e espero que o Fluminense já esteja preparando o Danielzinho para seu lugar. Só para dar um exemplo.

O resto é demagogia. Bola pra frente!

- REFORÇOS

Falando em demagogia,  o que são reforços? Nesse tempo acompanhando futebol aprendi que nem toda contratação é reforço e nem todo reforço é contratação. É! (rá). Orejuela e Sornoza são reforços. Dois jovens jogadores que chegam como grandes destaques de um clube vice-campeão da Libertadores.

Giovani, Pierre, William Matheus, HD, Felipe Amorim, Dudu, Victor Oliveira, Guilherme Santos e tantos outros, foram contratados mas não são reforços e ainda atrapalham, tiram o espaço dos meninos do clube, porque vêm bancado por seus agentes que têm "amizade", "boa relação", com dirigentes.

E por fim, nem todo reforço é contratação, por isso existe a famosa barca. Do clube, em menos de um mês de trabalho, já saíram umas duas cheias. Faltam ainda uns cinco, seis jogadores. Até o Brasileiro, vai. O Vasco está com jogadores em linha decrescente, contratou mais dois, Scudero e Wagner. O Fla e Botafogo apostam suas fichas em jogadores com mais de 32, 33 anos. Gosto do caminho que o Fluminense escolheu, sinceramente.

Por fim, mas não menos importante: viram como cobro, apoiando? Também apoiarei, cobrando e muito. Se um tricolor fosse uma marionete, seria Flamengo, não tricolor. Os gestores, principalmente, do marketing e da comunicação que trabalham nas redes sociais precisam conhecer o perfil com respeito e nunca, nunca, nunca, querendo modificá-lo porque lidar com marionetes é menos trabalhoso.

Futebol é raíz. Torcedor do Fluminense tem a sua. Descubra como lidar com ela da melhor maneira porque é a torcida seu único ativo permanente. Não a diminua. Não a despreze. Não deboche dela como há meses atrás ocorreu através da conta oficial do Twitter.

Todo aquele que se julga profissional e preparado para ocupar um cargo ou função no clube de futebol tem que ter em mente que seu cliente é o torcedor. Para ele, tapete vermelho.

Para ele, como profissionais que devem ser, tolerância, paciência e a sapiência e controle do ditado que corretamente fala: "O cliente tem sempre razão." Todo profissional que lida com público deve agir assim, imagine quando esse lida na relação de paixão, irracional, mas fiel, do clube de futebol em precariedade como os brasileiros e seu torcedor - consumidor? Aí mesmo que tem que bajular e tratar sempre como o chefe. Se não aguenta os absurdos da irracionalidade e a instabilidade dos sentimentos de um torcedor e do futebol, dirija-se para outros ramos. .


E QUE VENHA DIA 24! OI, JUIZ DE FORA! VAMOS, FLUZÃO, VAMOS, GANHAR, EU SOU DO CLUBE TANTAS VEZES CAMPEÃO!

Abraços,
fraternalmente,
Crys Bruno.

PS: até ontem, Renato treinava como lateral direito. Naturalmente, Lucas virou dono da posição.